{"id":3658,"date":"2017-05-16T00:10:49","date_gmt":"2017-05-16T00:10:49","guid":{"rendered":"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/?p=3658"},"modified":"2017-05-18T15:51:16","modified_gmt":"2017-05-18T15:51:16","slug":"breve-historia-da-natacao-do-brasil-em-mundiais-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/swimchannel.net\/br\/breve-historia-da-natacao-do-brasil-em-mundiais-parte-1\/","title":{"rendered":"Breve hist\u00f3ria da nata\u00e7\u00e3o do Brasil em Mundiais (parte 1)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Com a confirma\u00e7\u00e3o da sele\u00e7\u00e3o brasileira de nata\u00e7\u00e3o e de \u00e1guas abertas que ir\u00e1 disputar o Mundial de esportes aqu\u00e1ticos de Budapeste, em julho, \u00e9 hora de prestarmos uma homenagem \u00e0queles nadadores que representaram as cores do pa\u00eds na hist\u00f3ria da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, trazemos uma breve hist\u00f3ria do pa\u00eds nas oito edi\u00e7\u00f5es de 1973 a 1998, per\u00edodo em que os Mundiais eram disputados a cada quatro anos &#8211; ao menos teoricamente. Na quinta-feira, traremos a hist\u00f3ria das oito edi\u00e7\u00f5es restantes, de 2001 a 2015, per\u00edodo em que os Mundiais passaram a ser realizados a cada dois anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Relembre a seguir a medalha de ouro de Ricardo Prado em 1982, o bronze de Gustavo Borges em 1994 e outras performances que talvez n\u00e3o sejam muito lembradas, mas que t\u00eam um lugar de honra na galeria da hist\u00f3ria do esporte do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1973 &#8211; Belgrado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Lucy Maurity Burle, Jaqueline Mross, Maria Elisa Guimar\u00e3es, Rosemary Ribeiro, Valeria Fernandes, Cristina Bassani, S. Mendon\u00e7a, Maria Isabel Guerra, Roberto Aranha, Jorge Namorado, Ruy Tadeu de Aquino, Paul Joaunneau, R\u00f4mulo Arantes, C\u00e9sar Louren\u00e7o, Sergio Waissmann, Sergio Ribeiro, Eduardo Alijo, Carlos Azevedo, James Adams.<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 0<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 3<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Mundial inaugural, na cidade de Belgrado, antiga Iugosl\u00e1via, a nata\u00e7\u00e3o brasileira vivia uma fase de transi\u00e7\u00e3o. Nas Olimp\u00edadas anteriores, em 1968 e 1972, as chances de medalha individual do pa\u00eds se apoiavam em Jos\u00e9 Sylvio Fiolo, fant\u00e1stico peitista que chegou a ser recordista mundial dos 100m peito e que passou perto do p\u00f3dio das duas edi\u00e7\u00f5es ol\u00edmpicas referidas. Em 1973, a equipe j\u00e1 n\u00e3o contava com ele &#8211; que tinha d\u00favidas se continuaria na nata\u00e7\u00e3o, e acabaria disputando sua derradeira Olimp\u00edada em 1976, sem no entanto jamais disputar uma edi\u00e7\u00e3o de Mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil foi \u00e0 Iugosl\u00e1via com uma numerosa delega\u00e7\u00e3o de 8 mulheres e 11 homens. E, a exemplo do que ocorrera um ano antes, na Olimp\u00edada de Munique, o melhor desempenho veio do quarteto masculino no 4x100m livre. Em Munique, havia sa\u00eddo a quarta coloca\u00e7\u00e3o, melhor desempenho da hist\u00f3ria at\u00e9 o bronze de 2000. Em Belgrado, uma honrosa quinta posi\u00e7\u00e3o foi obtida, coloca\u00e7\u00e3o melhorada somente em 1994. Nos 100m livre, <strong>Ruy Tadeu de Aquino<\/strong>, que se notabilizou por, em 1972, superar o recorde sul-americano da prova de Manoel dos Santos que durava 11 anos e que havia sido recorde mundial em 1961, foi finalista na prova e terminou na oitava posi\u00e7\u00e3o. E a outra final foi obtida por <strong>R\u00f4mulo Arantes<\/strong> nos 100m costas, superando seu recorde continental na eliminat\u00f3ria e terminando na s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o. Seu dom\u00ednio na prova duraria por toda a d\u00e9cada no pa\u00eds e renderia frutos internacionais, como veremos mais \u00e0 frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As mulheres, apesar de n\u00e3o terem chegado a finais, tiveram bom desempenho. <strong>Maria Elisa Guimar\u00e3es<\/strong>, a primeira nadadora do pa\u00eds a nadar os 100m livre abaixo do minuto, era vers\u00e1til e chegou a ser recordista continental dos 100m aos 800m livre. Em Belgrado, superou o recorde dos 800m, e na passagem da prova estabeleceu recorde sul-americano dos 500m livre. Sim, na \u00e9poca a dist\u00e2ncia era reconhecida pela CONSANAT. <strong>Lucy Maurity Burle<\/strong> conseguiu o recorde dos 100m livre, e as duas nadadoras, ao lado de <strong>Rosemary Ribeiro<\/strong> e <strong>Jaqueline Mross<\/strong>, somaram for\u00e7as e superaram a marca continental do 4x100m livre.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3665\" aria-describedby=\"caption-attachment-3665\" style=\"width: 594px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/podio1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3665 size-full\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/podio1.jpg\" alt=\"Na foto, tr\u00eas nadadoras que representaram o Brasil em 1973. No alto do p\u00f3dio: Rosemary Ribeiro (\u00e0 frente) e Lucy Burle. Na segunda posi\u00e7\u00e3o, com um p\u00e9 fora do p\u00f3dio, Maria Elisa Guimar\u00e3es (foto: comunidade \u201c\u00c1lbum das gera\u00e7\u00f5es da nata\u00e7\u00e3o brasileira\u201d, do Facebook)\" width=\"594\" height=\"884\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/podio1.jpg 594w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/podio1-202x300.jpg 202w\" sizes=\"auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3665\" class=\"wp-caption-text\">Na foto, tr\u00eas nadadoras que representaram o Brasil em 1973. No alto do p\u00f3dio: Rosemary Ribeiro (\u00e0 frente) e Lucy Burle. Na segunda posi\u00e7\u00e3o, com um p\u00e9 fora do p\u00f3dio, Maria Elisa Guimar\u00e3es (foto: comunidade \u201c\u00c1lbum das gera\u00e7\u00f5es da nata\u00e7\u00e3o brasileira\u201d, do Facebook)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1975 &#8211; C\u00e1li<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Lucy Maurity Burle, Rosemary Ribeiro, Maria Elisa Guimar\u00e3es, Flavia Nadalutti, Christiane Paquelet, Cristina Bassani, Ruy Tadeu de Aquino, Paul Jouanneau, Djan Madruga, R\u00f4mulo Arantes, Sergio Ribeiro, Eduardo Alijo, Heliani Santos, Pablo Mangini, Paulo Zanetti<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 0<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem se acostumou a ver o Brasil ter melhor desempenho em Jogos Pan-Americanos do que em Campeonatos Mundiais quando as competi\u00e7\u00f5es s\u00e3o realizadas no mesmo ano pode n\u00e3o imaginar que essa \u00e9 uma &#8220;tradi\u00e7\u00e3o&#8221; que remonta h\u00e1 d\u00e9cadas. Mais precisamente desde 1975. Sim, na ocasi\u00e3o a sele\u00e7\u00e3o brasileira de nata\u00e7\u00e3o deu prioridade ao Pan, realizado na Cidade do M\u00e9xico, e teve um desempenho aqu\u00e9m de sua capacidade no Mundial de C\u00e1li. Tanto que nenhuma final foi conquistada, marca repetida somente em 1991 &#8211; n\u00e3o por acaso, tamb\u00e9m ano de Pan e Mundial.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3666\" aria-describedby=\"caption-attachment-3666\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/djan.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3666\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/djan.jpg\" alt=\"Djan Madruga (foto: Revista Nado Livre)\" width=\"600\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/djan.jpg 700w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/djan-600x853.jpg 600w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/djan-211x300.jpg 211w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3666\" class=\"wp-caption-text\">Djan Madruga (foto: Revista Nado Livre)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para se ter uma ideia, <strong>R\u00f4mulo Arantes<\/strong> foi bronze no Pan nos 100m costas com 59s16, e em C\u00e1li nadou mais de um segundo acima com 1min00s30. Nadadores como o j\u00e1 veterano Jos\u00e9 Sylvio Fiolo e a revela\u00e7\u00e3o <strong>Djan Madruga<\/strong>, que come\u00e7ava a despontar, conquistariam medalhas no Pan, mas n\u00e3o priorizaram o Mundial &#8211; Fiolo sequer nadou em C\u00e1li.\u00a0A melhor coloca\u00e7\u00e3o do Brasil foi obtida por <strong>Ruy Tadeu de Aquino<\/strong> nos 100m livre, ao terminar na 9\u00ba posi\u00e7\u00e3o. Nenhum recorde sul-americano foi superado por nadadores brasileiros. Ali\u00e1s, os \u00fanicos recordes do continente foram obtidos pelo equatoriano Jorge Delgado, e conseguiu logo cinco: dois nos 200m livre, dois nos 100m borboleta e um nos 200m borboleta. Passou perto do p\u00f3dio, mas n\u00e3o conquistou medalhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1978 &#8211; Berlim Ocidental<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Maria Elisa Guimar\u00e3es, Flavia Nadalutti, Jorge Fernandes, Marcus Mattioli, R\u00f4mulo Arantes, Carlos Fontoura, Djan Madruga.<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong>\u00a01 (bronze de R\u00f4mulo Arantes nos 100m costas)<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 2<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil levou \u00e0 Alemanha uma equipe pequena, de apenas sete nadadores. T\u00e3o pequena que, pela \u00fanica vez na hist\u00f3ria, o pa\u00eds n\u00e3o teve revezamentos no evento. As grandes esperan\u00e7as eram <strong>Djan Madruga<\/strong>, j\u00e1 consolidado como estrela brasileira ap\u00f3s uma excelente Olimp\u00edada de 1976, e <strong>R\u00f4mulo Arantes<\/strong>. Este conseguiu o feito in\u00e9dito: com 58s01, terminou os 100m costas na quinta posi\u00e7\u00e3o. Que logo virou quarto lugar, com a desclassifica\u00e7\u00e3o do neo-zeland\u00eas Gary Hurring por irregularidade na virada. Dias depois, veio a not\u00edcia: o sovi\u00e9tico Viktor Kuznetsov, terceiro colocado, fora desclassificado. Motivo: antidoping positivo. De maneira chorada, R\u00f4mulo, que tamb\u00e9m faria fama como ator global anos depois, conquistou a primeira medalha da hist\u00f3ria do pa\u00eds na competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3667\" aria-describedby=\"caption-attachment-3667\" style=\"width: 348px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/romulo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3667\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/romulo.jpg\" alt=\"R\u00f4mulo Arantes (foto: Revista Nado Livre)\" width=\"348\" height=\"650\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/romulo.jpg 348w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/romulo-161x300.jpg 161w\" sizes=\"auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3667\" class=\"wp-caption-text\">R\u00f4mulo Arantes (foto: Revista Nado Livre)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 Djan n\u00e3o teve tanta sorte. Por motivos de sa\u00fade, n\u00e3o nadou bem. Alcan\u00e7ou uma final, nos 1500m livre, prova em que ficou em quarto lugar na Olimp\u00edada de dois anos antes. Mas, na final, n\u00e3o completou a prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Digno de nota foi o desempenho de <strong>Flavia Nadalutti<\/strong> nos 400m medley. N\u00e3o chegou \u00e0 final, mas seu 11\u00ba lugar \u00e9 at\u00e9 hoje o melhor desempenho de uma brasileira na hist\u00f3ria da prova &#8211; e olha que anos depois ter\u00edamos Joanna Maranh\u00e3o. Seu 5min02s85 durou como recorde sul-americano por quase 20 anos. Desde a primeira vez que superou o recorde continental da prova, em 1974, Flavia abaixou a marca em mais de 20 segundos. Ricardo Prado, \u00e0 \u00e9poca um jovem de 13 anos, citou que esse desempenho foi uma de suas grandes inspira\u00e7\u00f5es na nata\u00e7\u00e3o em sua juventude. Por falar em Ricardo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1982 &#8211; Guaiaquil<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Paula Amorim, Cyro Delgado, Jorge Fernandes, Djan Madruga, Marcelo Juc\u00e1, Rojer Madruga, Luiz Carvalho, Ricardo Prado.<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 8<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 1 (ouro de Ricardo Prado nos 400m medley)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imposs\u00edvel n\u00e3o come\u00e7ar falando dele. <strong>Ricardo Prado<\/strong> foi o respons\u00e1vel pelo auge da nata\u00e7\u00e3o do pa\u00eds na d\u00e9cada de 80. O ouro conquistado nos 400m medley, com recorde mundial de 4min19s78, \u00e9 talvez o melhor desempenho brasileiro nas piscinas em um Mundial at\u00e9 hoje. Ap\u00f3s a prova, ele louvou a torcida local, que torceu muito por uma vit\u00f3ria de um sul-americano. Disse que havia planejado com seu t\u00e9cnico Mark Schubert o tempo de 4min17s, mas que obviamente estava contente com a vit\u00f3ria e o recorde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E n\u00e3o s\u00f3 isso: ele foi respons\u00e1vel por quatro das oito finais conquistadas pela sele\u00e7\u00e3o naquela competi\u00e7\u00e3o, o maior n\u00famero de finais obtido pelo Brasil at\u00e9 2009. Foi quarto nos 200m borboleta, oitavo nos 200m medley e na mesma posi\u00e7\u00e3o com o revezamento 4x100m medley.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3656\" aria-describedby=\"caption-attachment-3656\" style=\"width: 540px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/prado.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3656\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/prado.jpg\" alt=\"Ricardo Prado (foto: Swimming World Magazine)\" width=\"540\" height=\"304\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/prado.jpg 540w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/prado-300x169.jpg 300w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/prado-320x180.jpg 320w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3656\" class=\"wp-caption-text\">Ricardo Prado (foto: Swimming World Magazine)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos 400m medley, ao lado de Ricardo na final, tamb\u00e9m estava <strong>Rojer Madruga<\/strong>, irm\u00e3o de Djan. Foi a primeira vez que dois brasileiros nadaram a mesma final em um Mundial de esportes aqu\u00e1ticos, feito igualado somente em 2009. Os outros finalistas foram <strong>Cyro Delgado<\/strong>, s\u00e9timo nos 100m livre, e o revezamento 4x100m livre masculino. Destaque tamb\u00e9m para <strong>Luiz Carvalho<\/strong>, que nos 100m peito superou o recorde brasileiro mais antigo, que vinha com Jos\u00e9 Sylvio Fiolo desde 1972.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cyro foi o destaque solit\u00e1rio da equipe do 4x200m livre que conquistara o bronze na Olimp\u00edada de 1980. <strong>Djan Madruga<\/strong>, doente de tifo, estava sem condi\u00e7\u00f5es e nadou mal. Marcos Mattioli sequer nadou a competi\u00e7\u00e3o. Grande expectativa havia sobre <strong>Jorge Fernandes<\/strong>, que naquele mesmo ano estabeleceu tempos incr\u00edveis nos 100m e 200m livre e que durariam como recordes brasileiros por quase uma d\u00e9cada &#8211; o tempo nos 200m lhe daria o bronze ol\u00edmpico em 1980. Em Guaiaquil, no entanto, aumentou suas marcas e n\u00e3o alcan\u00e7ou finais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final da competi\u00e7\u00e3o, o Brasil s\u00f3 tinha mesmo olhos e mente para Ricardo, a maior estrela brasileira dos esportes ol\u00edmpicos &#8211; e que \u00e0quele momento tinha status pr\u00f3ximo a de um Zico e um S\u00f3crates, algo inimagin\u00e1vel para a \u00e9poca. Isso a despeito das condi\u00e7\u00f5es lament\u00e1veis \u00e0s quais os atletas brasileiros se submeteram naquela competi\u00e7\u00e3o &#8211; mais detalhes <a href=\"http:\/\/www.bestswim.com.br\/2008\/07\/22\/1982-vastas-emoes-e-condies-execrveis-9528\/\" target=\"_blank\">nesse texto<\/a> de Pedro Junqueira. N\u00e3o \u00e9 de hoje que nossos dirigentes mais atrapalham que ajudam&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1986 &#8211; Madri<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Adriana Pereira, Maruzza Silva, Debora Frochtengarten, Patricia Amorim, Cristiane Fanzeres, Paula Amorim, Mayra Kikuchi, M\u00f4nica Rezende, Georgiana Magalh\u00e3es, Clauda Sprengel, Marcos Goldenstein, Cyro Delgado, Jorge Fernandes, Luiz Anchieta, Eduardo de Poli, Raul Camargo Viana, Marcus Mattioli, Cristiano Azevedo, Cicero Tortelli, Francisco Carvalho, Julio Rebollal, Ricardo Prado.<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 0<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 1<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A equipe inchada de 22 nadadores ficou devendo bons resultados. O maior destaque foi, novamente, <strong>Ricardo Prado<\/strong>. J\u00e1 distante de seus melhores dias e em fase final de carreira, a despeito de ter apenas 21 anos, alcan\u00e7ou a final nos 400m medley e terminou na s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em termos de marca pessoal, melhor para <strong>Patricia Amorim<\/strong>, a melhor nadadora do pa\u00eds da d\u00e9cada, com seu recorde sul-americano nos 800m livre, o \u00fanico obtido pelo Brasil na competi\u00e7\u00e3o. Curiosidade: sua irm\u00e3 Paula nadou provas de borboleta. Patricia e Paula forma a \u00fanica dupla de irm\u00e3s que representou o pa\u00eds em Mundiais.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3668\" aria-describedby=\"caption-attachment-3668\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/patricia_prado-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3668 size-full\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/patricia_prado-1.jpg\" alt=\"Patricia Amorim e Ricardo Prado (foto: Jornal Aqu\u00e1tica - retirado do site Epichurus)\" width=\"600\" height=\"687\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/patricia_prado-1.jpg 600w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/patricia_prado-1-262x300.jpg 262w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3668\" class=\"wp-caption-text\">Patricia Amorim e Ricardo Prado (foto: Jornal Aqu\u00e1tica &#8211; retirado do site Epichurus)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Havia grande expectativa para os 50m livre masculino, que seria disputado pela primeira vez em Mundiais. Motivo: em 1983, <strong>Marcos Goldenstein<\/strong> havia estabelecido o tempo de 22s90, em uma das performances mais lend\u00e1rias da nata\u00e7\u00e3o brasileira. O detalhe \u00e9 que na piscina do Julio de Lamare n\u00e3o havia blocos do lado oposto da piscina, o que significa que o tempo foi obtido em uma sa\u00edda sem bloco de partida. Por isso, havia at\u00e9 expectativa de medalha para Marcos, que n\u00e3o se concretizou, ao nadar para 23s59 &#8211; mas poderia ter brigado por p\u00f3dio, j\u00e1 que o medalhista de bronze fez 22s85.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1991 &#8211; Perth<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<\/strong> Lucia Santos, Cristiane Santos, Gustavo Borges, Emanuel Nascimento, Jos\u00e9 Carlos Souza Junior, Eduardo Piccinini, Rogerio Romero, Renato Ramalho. (possivelmente incompleta)<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 0<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais um Mundial sem grandes desempenhos brasileiros. Nenhuma final foi obtida. Ao menos surgia uma nova gera\u00e7\u00e3o que colheria frutos nos anos seguintes. A come\u00e7ar por <strong>Gustavo Borges<\/strong>, que terminou na 12\u00aa posi\u00e7\u00e3o nos 50m e 100m livre, com recorde brasileiro nesta \u00faltima. Meses depois, no Pan de Havana, ele se consagraria com cinco medalhas e se colocaria de vez no topo do ranking mundial dos 100m livre. Mas em Perth ele ainda n\u00e3o havia atingido aquele pico de performance. <strong>Rogerio Romero<\/strong>, que representaria o Brasil at\u00e9 2004, foi 13\u00ba nos 200m costas. E foram esses os \u00fanicos desempenhos individuais que deram ao pa\u00eds coloca\u00e7\u00f5es no top 20, que naquele ano estava mais concentrado nos Jogos Pan-Americanos &#8211; os revezamentos masculinos ficaram entre 10\u00ba e 12\u00ba lugares.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3669\" aria-describedby=\"caption-attachment-3669\" style=\"width: 590px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3669\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo.jpg\" alt=\"Gustavo Borges em 1991 (foto: Arquivo Folha)\" width=\"590\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo.jpg 590w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo-300x163.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3669\" class=\"wp-caption-text\">Gustavo Borges em 1991 (foto: Arquivo Folha)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1994 &#8211; Roma<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<br \/>\n<\/strong><\/em><em><strong>Nata\u00e7\u00e3o:<\/strong> Gustavo Borges, Fernando Scherer, Te\u00f3filo Ferreira, Luiz Lima, Andr\u00e9 Teixeira, Eduardo Piccinini, Rogerio Romero.<br \/>\n<strong>\u00c1guas abertas:<\/strong> Luciana Abe, Alexandre Angelotti.<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 3<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 2 (bronze com Gustavo Borges nos 100m livre e bronze com Fernando Scherer, Te\u00f3filo Ferreira, Andr\u00e9 Teixeira e Gustavo Borges no 4x100m livre)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se em 1991 <strong>Gustavo Borges<\/strong> era uma fruta verde, em 1994 j\u00e1 estava completamente amadurecido. Medalhista ol\u00edmpico de prata em 1992, chegou para os 100m livre entre os favoritos. Em uma batalha contra o russo Alexander Popov e o americano Gary Hall Jr, terminou com a medalha de bronze com 49s52, trazendo o pa\u00eds de volta ao p\u00f3dio ap\u00f3s 12 anos. No entanto, o desempenho n\u00e3o o deixou satisfeito. Pretendia ao menos ter oferecido mais resist\u00eancia aos dois primeiros colocados e ter melhorado sua marca (havia feito 49s42 um ano antes).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, ficou mais feliz ao t\u00e9rmino do 4x100m livre. A equipe, com Gustavo, <strong>Fernando Scherer<\/strong>, <strong>Te\u00f3filo Ferreira<\/strong> e <strong>Andr\u00e9 Teixeira<\/strong>, entrava credenciada, pois era a campe\u00e3 e recordista mundial em piscina de 25 metros. Gustavo caiu para fechar a prova na quinta posi\u00e7\u00e3o. Pouco a pouco, foi chegando perto de alem\u00e3es e suecos. Ao final, uma comemorada medalha de bronze.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3670\" aria-describedby=\"caption-attachment-3670\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3670\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre.png\" alt=\"Mundial de 1994: Gustavo Borges salta para o bronze no revezamento 4x100m livre (foto: reprodu\u00e7\u00e3o)\" width=\"800\" height=\"585\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre.png 1018w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre-600x439.png 600w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre-300x219.png 300w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/gustavo_andre-768x561.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3670\" class=\"wp-caption-text\">Mundial de 1994: Gustavo Borges salta para o bronze no revezamento 4x100m livre (foto: reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gustavo quase conquistou medalha nos 50m livre ao terminar na quarta posi\u00e7\u00e3o, desempenho que o surpreende at\u00e9 hoje, visto que essa jamais foi sua principal prova. Fernando Scherer, ent\u00e3o campe\u00e3o mundial em piscina curta dos 100m livre, alcan\u00e7ou finais B nos 50m e 100m livre. Digamos que o Xuxa de 1994 era o Gustavo de 1991: ainda n\u00e3o totalmente amadurecido, algo que ocorreria em 1996, ano em que conquistaria o bronze ol\u00edmpico nos 50m livre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Rogerio Romero<\/strong> nos 200m costas e um jovem <strong>Luiz Lima<\/strong> nos 1500m livre terminaram nas 12\u00aas posi\u00e7\u00f5es. Foi o \u00fanico Mundial de esportes aqu\u00e1ticos da hist\u00f3ria que a nata\u00e7\u00e3o do Brasil em piscina foi representada somente por homens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para essa edi\u00e7\u00e3o, o Brasil enviou dois nadadores para as provas de \u00e1guas abertas, que haviam sido inclu\u00eddas no programa do Mundial em 1991, apenas na dist\u00e2ncia de 25km. Curiosidade: <strong>Luciana Abe<\/strong> e <strong>Alexandre Angelotti<\/strong> treinavam na Guaru Munhoz, de S\u00e3o Paulo, mesma equipe da jovem Poliana Okimoto, na \u00e9poca 13 anos. Ap\u00f3s as medalhas de 1994 nas piscinas, o Brasil s\u00f3 voltaria ao p\u00f3dio em Mundiais de esportes aqu\u00e1ticos em 2009, e quem quebraria esse jejum seria justamente Poliana. Mas isso \u00e9 assunto para outro dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1998 &#8211; Perth<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Equipe brasileira:<br \/>\nNata\u00e7\u00e3o:<\/strong> Tatiana Lemos, Lucia Santos, Monique Ferreira, Raquel Takaya, Fabiola Molina, Fernando Scherer, Ricardo Dornelas, Gustavo Borges, Fernando Saez, Luiz Lima, Pedro Monteiro, Rogerio Romero, Alan Pessotti, Edvaldo Val\u00e9rio, Andr\u00e9 Cordeiro.<br \/>\n<strong>\u00c1guas abertas:<\/strong> Celina Endo, Alexandre Angelotti, Paulo Torres.<br \/>\n<strong>Medalhas:<\/strong> 0<br \/>\n<strong>Finais:<\/strong> 6<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Retornando \u00e0 Austr\u00e1lia, a competi\u00e7\u00e3o que viu o surgimento de Ian Thorpe n\u00e3o rendeu as conquistas esperadas ao Brasil. Ap\u00f3s tr\u00eas medalhas na Olimp\u00edada de Atlanta, em 1996, o pa\u00eds n\u00e3o conseguiu subir ao p\u00f3dio. Quem passou mais perto foi <strong>Gustavo Borges<\/strong>, que ficou em quinto nos 100m livre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas o maior destaque brasileiro foi <strong>Luiz Lima<\/strong>. Tr\u00eas anos antes, havia superado o lend\u00e1rio recorde continental de Djan Madruga nos 1500m livre, que vinha desde a Olimp\u00edada de 1976. Em Perth, Luiz estabeleceu uma nova marca, que seria superada somente em 2009, e terminou na sexta coloca\u00e7\u00e3o, a melhor posi\u00e7\u00e3o obtida por um brasileiro na hist\u00f3ria da prova. Tamb\u00e9m conseguiu nova marca sul-americana nos 400m livre, prova que terminou na 9\u00aa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3671\" aria-describedby=\"caption-attachment-3671\" style=\"width: 699px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/luiz_lima.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3671\" src=\"https:\/\/digitalprojects.websiteseguro.com\/projetos\/swimchannel\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/luiz_lima.jpg\" alt=\"Luiz Lima (foto: Ivo Gonzalez)\" width=\"699\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/luiz_lima.jpg 699w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/luiz_lima-600x361.jpg 600w, https:\/\/swimchannel.net\/br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/luiz_lima-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3671\" class=\"wp-caption-text\">Luiz Lima (foto: Ivo Gonzalez)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outras finais foram obtidas por Gustavo nos 200m livre (8\u00ba), <strong>Fernando Scherer<\/strong> nos 50m livre (8\u00ba), revezamento 4x100m livre (6\u00ba) e <strong>Rogerio Romero<\/strong> nos 100m costas (7\u00ba), um feito que surpreendeu at\u00e9 a ele mesmo. Primeiro porque sua especialidade sempre foi os 200m costas, e segundo porque quase se aposentou ao final de 1996, com direito a despedida e tudo, desistiu da ideia e alcan\u00e7ou sua primeira final em Mundial aos quase 30 anos. No feminino, a boa not\u00edcia veio com <strong>Fabiola Molina<\/strong>, alcan\u00e7ando a final B dos 100m costas (11\u00aa colocada).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma viagem no tempo relembrando a participa\u00e7\u00e3o do Brasil nos Mundiais da Fina<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":3656,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[58,137],"tags":[171,269,268,827,193,793,768],"class_list":["post-3658","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-campeonato-mundial","category-natacao","tag-djan-madruga","tag-gustavo-borges","tag-historia","tag-mundial-de-natacao","tag-natacao-brasileira","tag-ricardo-prado","tag-romulo-arantes"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.0 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Breve hist\u00f3ria da nata\u00e7\u00e3o do Brasil em Mundiais (parte 1) - 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