O jornalista Guga Chacra resgata a trajetória da família Perrone em “A dinastia carioca das piscinas”, publicada em 27 de agosto na revista Piauí, em uma narrativa que combina memória pessoal, contexto histórico e depoimentos de importantes nomes do polo aquático. O texto acompanha principalmente as carreiras dos irmãos Kiko e Felipe Perrone, mostrando como a família se tornou uma referência internacional no esporte.
A reportagem ganha força pelo relato pessoal do próprio Guga, que conheceu Kiko ainda na adolescência, quando jogava polo aquático pelo Paulistano. A lembrança de um confronto entre os dois é usada para dimensionar o talento do atleta: Guga descreve Kiko como um jogador de velocidade, agilidade e técnica muito acima dos demais, comparando seu estilo ao espanhol Manuel Estiarte, um dos grandes nomes da história da modalidade.

O perfil também reconstrói a trajetória de Felipe Perrone, desde o início no Clube Guanabara, no Rio de Janeiro, até a consolidação como um dos maiores jogadores de polo aquático de sua geração. O texto destaca sua passagem por grandes equipes europeias, incluindo Barcelona, Pro Recco e Jug Dubrovnik, além das conquistas pela seleção espanhola.
Um dos momentos mais emblemáticos é a conquista do Mundial de 2025, quando Felipe marcou o gol decisivo da Espanha contra a Hungria, encerrando a carreira profissional com seu segundo título mundial. A narrativa de Guga transforma esse episódio em símbolo de uma carreira marcada pela excelência e pela superação das limitações históricas do polo aquático brasileiro.
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A reportagem também amplia o olhar para o legado da família Perrone. Ricardo Perrone, pai de Kiko e Felipe, aparece como o ponto de partida dessa história, enquanto a nova geração, representada por Tomás Perrone, mostra que a tradição familiar continua. .
Outro ponto relevante é a discussão sobre o reconhecimento do esporte no Brasil. Ao final, Guga defende que Felipe e Kiko Perrone deveriam receber no país o mesmo reconhecimento destinado a grandes nomes brasileiros de outras modalidades, comparando Felipe a referências como Zico e Oscar Schmidt. Vale a pena a leitura!
Segue o artigo completo aqui: https://piaui.uol.com.br/web/perrone-dinastia-polo-aquatico/
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