Entre os dias 12 e 17 de outubro a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) organizou a edição do segundo Camp de Monitoramento da Seleção Brasileira de Águas Abertas em 2026, nas dependências no Parque Aquático Maria Lenk, no Centro de Treinamento do Time Brasil, no Rio de Janeiro. O camp procurou seguir com os trabalhos de avaliação e desenvolvimento dos atletas da seleção brasileira.
Com foco na evolução do rendimento esportivo e na construção de protocolos específicos para a modalidade, o projeto teve a participação de treinadores e profissionais da equipe multidisciplinar da seleção, com atividades voltadas à realização de avaliações fisiológicas, análises biomecânicas e monitoramento do desempenho, visando contribuir para a preparação dos atletas.

Duas vezes atleta olímpico, Allan do Carmo foi o responsável pelo training camp da modalidade. “Estamos trabalhando junto aos treinadores e profissionais para desenvolver um protocolo brasileiro para as águas abertas, sempre com o objetivo de melhorar o rendimento dos atletas. Esse processo tem sido muito importante para levar dados e informações que possam contribuir com o trabalho diário de atletas e treinadores”, disse Allan ao site da CBDA.
Participaram do camp no Maria Lenk os seguintes atletas: Cibelle Jungblut, Viviane Jungblut, Arthur Lacerda de Aguiar, Eduardo Mustafa, Matheus Melecchi, Victor Rodriguez Moreno e Leonardo Brandt de Macedo. A campeã olímpica, Ana Marcela Cunha, foi convocada, mas como se recupera de uma cirurgia no ombro direito acabou dispensada.

O primeiro camp foi realizado em agosto, visando as participações brasileiras no Campeonato Pan-Pacífico e nos Jogos Sul-Americanos. Nesta segunda etapa, o trabalho avançou com a participação de profissionais ligados à preparação física do Comitê Olímpico do Brasil (COB), além do aprofundamento das análises biomecânicas e de aspectos específicos das águas abertas.
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