País de muita tradição na natação mundial, dono de 206 medalhas olímpicas, sendo 67 delas douradas, a segunda nação do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos, a Austrália vai (finalmente) lançar o seu Hall da Fama da Natação Australiana. Uma história riquíssima com mais de 1.100 nadadores que já defenderam as Seleções Nacionais e 150 treinadores, o Hall da Fama vai contemplar tanto a natação olímpica como paralímpica.
A tradição australiana começa nos Jogos Olímpicos de 1900, em Paris, quando Frederick Lane se tornou no primeiro campeão olímpico do país ao vencer as provas de 200m livre e 200 metros com obstáculos nas águas do Rio Sena. Desde então, uma história repleta de recordes, conquistas e que fazem da natação australiana uma das melhores do mundo.
O Hall da Fama da Natação Australiana vai obedecer a alguns critérios como a inclusão só pode contemplar atletas aposentados há cinco anos ou mais, detentores de uma ou mais medalhas em Jogos Olímpicos ou Paralímpicos, ou múltiplas medalhas em Campeonatos Mundiais e Commonwealth Games. Para os treinadores, os critérios também são semelhantes e somente aqueles diretamente identificados pelos resultados de alto rendimento alcançados.
Os nomes da primeira classe do Hall da Fama da Natação Australiana serão anunciados no dia 28 de agosto em Sydney.
Se os australianos vão lançar o seu Hall da Fama, o Brasil já tem o seu desde 2014. Reconhecido oficialmente pela CBDA, o HFNB teve o seu último homenageado anunciado no Troféu Brasil deste ano, Cyro Delgado, integrante do revezamento 4×200 metros nado livre medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980.
O próximo nome da Hall da Fama da Natação Brasileira será anunciado no Troféu José Finkel que acontecerá em Recife, de 13 a 17 de setembro.
Visite o site do Hall da Fama da Natação Brasileira e conheça mais de nossos homenageados: https://hfnb.com.br

































