Hall da Fama, a origem disso vem da cultura americana. Um professor universitário criou em Nova Iorque o Hall of Fame for Great Americans no ano de 1900. Nascia ali uma tradição de reconhecer grandes nomes e feitos que se estendeu por todas as áreas até chegar ao esporte.
Na década de 30 o beisebol foi o primeiro esporte a ter o seu próprio Hall da Fama e a natação chegou em 1965. Localizado em Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos, o International Swimming Hall of Fame reconhece todos os anos atletas, treinadores, dirigentes e figuras que contribuíram de forma significativa para o esporte. Com categorias que incluem natação, águas abertas, nado artístico, saltos ornamentais, polo aquático, e mais recentemente o paralímpico.
Todos os anos, cerimônias recheadas de emoção em discursos e homenagens marcantes as “classes anuais” são incluídas no Hall da Fama. Quatro brasileiros estão na mais alta honraria de nosso esporte: João Havelange, Gustavo Borges, Maria Lenk e Cesar Cielo.

Reconhecido internacionalmente e com suporte da World Aquatics, o ISHOF se tornou referência no esporte aquático mundial e vai ganhar uma sede nova, já em construção e com inauguração prevista para 2027. O local terá um moderno museu além de um salão para a realização das suas cerimônias anuais.
Antes mesmo da criação do International Swimming Hall of Fame, em 1963, foi inaugurado o International Marathon Swimming Hall of Fame. A entidade foca exclusivamente em reconhecer os atletas de águas abertas de destaque nas grandes maratonas aquáticas e provas da modalidade.
Com sistema de votação e escolha semelhante a versão do ISHOF, o Hall da Fama da Maratona Aquática também tem presença de brasileiros homenageados Abílio Couto, Igor de Souza, Ricardo Ratto, Poliana Okimoto, Ana Marcela Cunha e Allan do Carmo.

No Brasil
Baseado nesta cultura, foi criado em 2014 a versão brasileira do Hall da Fama. Um grupo de ex-nadadores incluindo dois integrantes do Grupo Swim Channel criava o nosso Hall da Fama que anualmente tem reconhecido dois homenageados.
Com rígidos critérios que incluem o fato do atleta estar aposentado, ter relevância mundial e contribuído de forma significativa para o esporte aquático brasileiro, o Hall da Fama da Natação Brasileira entrou para o estatuto da CBDA.
Atualmente o Hall da Fama da Natação Brasileira é presidido pelo CEO do Grupo Swim Channel, Patrick Winkler que está prometendo para o Troféu Brasil Maria Lenk o anúncio do próximo homenageado. Para conhecer mais sobre o Hall da Fama da Natação Brasileira visite o site: https://hfnb.com.br/.

.Já no ano de 2022 nasceu o Hall da Fama das Maratonas Aquáticas do Brasil, com sede no Unisanta e idealizados por Igor de Souza (único nadador brasileiro a realizar a travessia de ida e volta do Canal de Mancha) e por Dr Marcelo Teixeira, Pró-reitor administrativo do Unisanta. Conheça o site oficial aqui: https://hfmaratonaaquatica.com.br.
Em ambos os casos, seja no HFNB ou na HFMA do Brasil, a Swim Channel é mídia oficial, promovendo a nobre e honrada campanha das instituições.
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