As constantes, e inconsistentes, mudanças que o sistema de classificação da natação paralímpica mundial nos coloca em situações simplesmente bizarras.
1:43.83 foi o melhor tempo do Brasil nos 200m livre masculino absoluto em piscina curta em 2025. Na Espanha, um jovem nadador de 20 anos de idade, Ian Florencio Fernandez estabeleceu um novo recorde da Catalunha nadando 1:43.48. O tempo que é 4o tempo do ranking espanhol da temporada entra no Top 100 do mundo em 2025.
Mas porque este tempo está sendo citado, é simples, Ian Florencio é um nadador paralímpico, ou pelo menos classificado como tal. Ficou em 4o lugar na prova dos 100m peito classe SB9 no último Mundial de Singapura com 1:07.98.
Como pode um nadador paralímpico ter um tempo destes?
É importante destacar que ele é paralímpico para o nado peito, mas que chama a atenção ter tamanho resultado para o nado livre, ah isso chama.
Estes critérios, estes critérios…
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Alex, post meio sensacionalista…. Qual é a limitação do atleta? Exemplo: braços de tamanho diferentes, impedindo a batida junta com as duas mãos ou limitada flexibilidade do pé, impedindo seu giro para fora. Ambos justificaram uma classificação como paraatleta no nado peito, sem necessariamente impactar o nado livre. Outro scenario são os atletas de limitação visual. São corretamente classificado como paraatletas,, porém sem ou com muito pouca limitação na performance.
Sds da Bahia