O Super 3 está confirmado na programação do Rei e Rainha do Mar, nos dias 12 e 13 de dezembro de 2026, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A prova de revezamento acontece no sábado, dia 12 e está com inscrições abertas aqui.
Na natação, cada braçada costuma ser uma batalha individual contra o relógio, a distância e os próprios limites. Mas e quando o resultado depende não apenas do seu desempenho, mas também da confiança em quem vai nadar antes e depois de você?
É essa combinação de talento, estratégia e espírito coletivo que faz do Super 3 uma das disputas especiais do Rei e Rainha do Mar. No dia 12 de dezembro, a Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, volta a receber o revezamento que coloca três atletas na mesma missão: nadar, entregar a vez ao companheiro e lutar juntos até a chegada.
Cada integrante encara 500 metros no mar. São três etapas, 1.500 metros no total e uma única meta compartilhada. No percurso, não basta ter velocidade. É preciso saber administrar o esforço, confiar no parceiro e entender que cada segundo conquistado ou perdido pode fazer a diferença no resultado final.

Edição de 2025
A edição de 2025 mostrou bem o potencial dessa prova. Na volta do Super 3 à programação do Rei e Rainha do Mar, Copacabana recebeu nomes importantes da natação brasileira em uma disputa que teve emoção até os metros finais.
O trio do Sesc-Rio, formado por Guilherme Costa, conhecido como Cachorrão, Maria Paula Heitmann e Ana Marcela Cunha, campeã olímpica, levou a melhor na categoria mista. A equipe completou o percurso em 15min39s, apenas seis segundos à frente do segundo colocado, formado por Milena Torquete e pelos irmãos Brandonn e Bruce Almeida, que registrou 15min46s.
Foi uma diferença pequena para uma prova em que cada atleta precisa fazer sua parte e confiar que os outros dois também entregarão o máximo. Em um revezamento, a vitória pertence aos três: quem abre o percurso, quem mantém o ritmo e quem encara a etapa final com a responsabilidade de buscar o resultado.
A edição também contou com o time Mormaii, que reuniu Betina Lorscheitter, Allan do Carmo e Thais Xavier, além de outros trios que fizeram da competição um encontro entre atletas de diferentes trajetórias e experiências. A equipe formada por Carolina Athaye, Romulo de Carvalho e Pedro Martins completou o pódio na terceira colocação, com 16min27s.
A prova mostrou como o revezamento cria uma dinâmica própria. Cada atleta entra na água com sua missão, mas ninguém chega sozinho. A comemoração, a tensão na areia e a expectativa pela chegada do próximo integrante fazem parte de uma experiência que vai além do cronômetro.

Um desafio para dividir com quem faz parte da sua história
O Super 3 também tem um atrativo que vai além dos grandes nomes. É uma oportunidade para amigos, companheiros de treino e integrantes de assessorias esportivas transformarem a rotina de preparação em um objetivo compartilhado.
A prova conta com categorias feminina, masculina, mista e PCD, abrindo espaço para diferentes equipes viverem a experiência do revezamento. Seja entre atletas experientes ou parceiros que dividem os treinos ao longo do ano, a proposta é a mesma: entrar no mar, fazer a sua parte e confiar no time.
E talvez seja justamente aí que esteja a graça do Super 3. Durante os 500 metros de cada etapa, o atleta nada sozinho, mas carrega consigo o esforço e a expectativa de toda a equipe. Na hora da chegada, o resultado é coletivo.
Quem ainda não montou seu trio pode aproveitar o momento para encontrar os parceiros de desafio. Afinal, às vezes, tudo começa com um convite para treinar junto e termina com uma experiência inesquecível no mar de Copacabana.
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