A Federação Internacional de Natação tem o interesse em trabalhar junto com o International Swimming League (ISL), revertendo a posição anteriormente contrária das duas entidades. O novo presidente da FINA, Husain Al Musallam, prometeu introduzir reformas em relação à divisão da receita e outros aspectos relacionados à entidade, principalmente em relação à ISL.
Em 2017, o então presidente Julio Maglione se opôs à criação da liga internacional pedindo às federações nacionais que se recusassem a liberar atletas ao evento e ameaçou banir os participantes. Porém, pouco disso aconteceu graças à determinação dos próprios nadadores. Por isso a FINA liberou os atletas para competirem na liga em 2019. Al Musallam, que foi eleito presidente da FINA este ano, parece determinado a liderar a organização em uma nova direção em relação à ISL e seu fundador, Konstantin Grigorishin.
“Para mim, como presidente da FINA, minha porta está aberta para o ISL ou qualquer outra operação comercial”, disse Al Musallam em uma teleconferência, relatado pela Reuters . “Trabalharemos com a ISL se ela quiser trabalhar conosco. Se alguma entidade quiser desempenhar um papel positivo para ajudar o movimento, serei o primeiro a parabenizá-la e apertar sua mão”, completou.
A ISL completou a temporada de 2020 em uma bolha em Budapeste na Hungria. A temporada três da liga será logo depois dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Os organizadores estão terminando de definir os atletas que nadarão o evento, que será disputado entre agosto e dezembro somando 18 etapas em pelo menos três continentes: Ásia, Europa e América.

































