O Dia Internacional da Mulher é, acima de tudo, uma data de celebração das conquistas e, principalmente, de reafirmação de espaços. Entendendo que o ambiente esportivo ainda impõe desafios culturais significativos para as mulheres — desde o julgamento sobre a aparência até o questionamento sobre seu lugar na modalidade — a marca Fabíola Molina preparou um lançamento especial que vai além da moda esportiva: é um reposicionamento simbólico.
Para comemorar a data, a marca apresenta um novo maiô com a estampa oficial: “Nade Como Uma Garota”.
A subversão de um código
Durante décadas, a expressão “fazer algo como uma garota” foi utilizada de forma pejorativa, associada à fragilidade, lentidão ou falta de técnica. O novo projeto da marca Fabíola Molina propõe virar esse código. A iniciativa não pretende criar uma “nova mulher”, mas sim legitimar a nadadora real — aquela que já enfrenta, dia a dia, um ambiente majoritariamente masculino e que não abre mão da sua identidade.
Nadar como uma garota, sob a ótica desta campanha, é sinônimo de coragem, autenticidade, processo e identidade. É ocupar o protagonismo e mostrar ao mundo que o esporte é, sim, lugar de mulher.

A trajetória por trás do propósito
É impossível desassociar o impacto desse lançamento da trajetória da fundadora da marca. Fabíola Molina, que dá nome à grife, não é apenas uma empresária; ela é uma das figuras mais emblemáticas da natação brasileira.
Sua história é marcada por consistência e alto rendimento: três vezes olímpica e 110 vezes campeã brasileira. Hoje, conciliando a maternidade de três filhos, o casamento e a gestão de uma das maiores marcas brasileiras especializada em natação do país, Fabíola segue ativa no fomento da modalidade, atuando como vice-presidente da Federação Aquática Paulista (FAP) e como integrante do comitê do Hall da Fama da Natação Brasileira. Sua vivência permeia cada costura das peças que levam sua assinatura.

Inspiração que atravessa gerações
O conceito “Nade Como Uma Garota” ganha vida no DNA das atletas patrocinadas pela marca, que personificam essa resiliência. É o caso de Maria Fernanda Costa, recordista sul-americana e finalista olímpica dos 400m livre em Paris, que cruzou o mundo sozinha para morar na Austrália em busca de seu sonho. É também a história de Beatriz Dizotti, a primeira finalista olímpica brasileira nos 1500m livre, que superou desafios complexos de saúde relacionados ao aparelho reprodutor feminino e cirurgias durante seu ciclo olímpico, sem nunca recuar.
O legado se estende até o pós-carreira com a olímpica Giovanna Diamante. Recentemente aposentada das piscinas competitivas, Giovanna agora lidera o protagonismo feminino fora d’água como coordenadora do projeto “Todos Pela Natação – Só Para Elas”, na Mercado Livre Arena Pacaembu, ensinando novas meninas que o seu lugar é onde elas quiserem.
Para essas e tantas outras nadadoras, a mensagem é única: Nade com garra, coragem e determinação. NADE COMO UMA GAROTA!



































